Lançar uma vez
Contas a pagar e a receber usam o mesmo formulário.
- Cada prestação é uma linha própria, para se poder conciliar uma a uma
- O plano de contas decide as regras de cada lançamento
Contas a pagar e a receber num só sítio, o extrato do banco importado num ficheiro e cada movimento cruzado com a parcela certa. O saldo que o dono vê é o do banco, não uma soma de intenções.
A dor número um do cliente cabia numa frase: saber, sem dúvida, que não devia dinheiro a ninguém. Faturas lançadas havia; o difícil era ligar cada uma ao dinheiro que de facto saiu ou entrou no banco.
E a vida real complica. Uma fatura em três prestações de que o banco só pagou a segunda. Um pagamento repartido por duas contas. Uma fatura dada como paga sem o dinheiro ter saído.
Até importar o extrato era um risco: datas em dia/mês ou mês/dia, vírgula ou ponto nos decimais. Adivinhar o formato acerta quase sempre, e o «quase» é uma fatura com o valor cem vezes maior.
Cinco passos, do início ao resultado.
Contas a pagar e a receber usam o mesmo formulário.
Descarrega-se um modelo, cola-se o extrato e importa-se.
Acabou a dúvida entre 1.234 e 1,234.
Cada movimento é comparado com as parcelas em aberto.
As sugestões aprovam-se em lote.
Quanto tenho, e quanto vou ter.
Quem não tem permissão para ver tudo não vê meio número: vê o que lhe falta.
O sistema sugere, uma pessoa aprova. Abaixo de 85% de certeza nem há sugestão: a pessoa procura e escolhe. Nada mexe no saldo sem alguém ter dito que sim.
Um pagamento registado sem movimento no banco é intenção, não facto. Por isso o saldo vem do extrato e nunca da soma do que se deu como pago: somar isso seria inventar dinheiro que ninguém viu no banco.
O que passou a ser verdade para quem gere o dinheiro:
O ganho maior não é de tempo: é dormir descansado. A pergunta «devemos alguma coisa a alguém?» passa a ter uma resposta que se mostra, e não uma impressão.
Este sistema foi desenhado à volta do processo deste cliente. O seu seria desenhado à volta do seu: nenhuma empresa vende, fatura ou paga igual à outra.
A primeira conversa é mapear o seu processo, não vender o meu. São 20 minutos, e devolvo-lhe por escrito, numa página, onde se perde tempo.
Falar sobre o meu processoTodos os pedidos num só quadro, a visita marcada pelo cliente e o negócio ganho a lançar as contas a receber.
A IA lê a fatura que chega por e-mail ou fotografia e deixa-a pronta a aprovar.
Banco de horas, comissões que nascem quando o cliente paga e o custo de equipa de cada evento.