Registar as horas
Por entrada e saída, ou pelo total.
- A hora escrita respeita o fuso de Lisboa, também no verão
- Fecha-se o turno que alguém se esqueceu de picar
A equipa regista as horas, o sistema separa o que se paga do que vai para o banco de horas, a comissão nasce quando o cliente paga a última parcela e cada evento mostra o que custou em pessoas.
Num negócio de eventos, a equipa trabalha por turnos e o mês não tem dois iguais. As horas, as folgas e as comissões viviam em sítios diferentes, e juntar tudo no fim do mês era trabalho de alguém.
A comissão levantava sempre as mesmas perguntas: sobre que valor, com ou sem IVA? E quando: quando o negócio fecha, ou quando o cliente paga?
E a pergunta mais importante ficava sem resposta: quanto custou, em pessoas, cada evento. Sem ela não se sabe que eventos dão dinheiro.
Cinco passos, do início ao resultado.
Por entrada e saída, ou pelo total.
Cada hora diz o que se faz com ela.
Só o que é para pagar entra nas contas do dinheiro.
Quando o cliente paga a última parcela.
O mês fecha com tudo junto.
O que cada evento custou em pessoas.
É aqui que se vê que eventos dão dinheiro.
O sistema calcula, quem processa os vencimentos aprova. Antes de processar, vê-se uma simulação do mês; nada é pago sem alguém fechar o processamento.
Só as comissões ainda por pagar se corrigem, e só por quem tem permissão para processar vencimentos. Uma comissão paga fica como foi paga.
O que passou a ser verdade para quem gere a equipa:
O ganho maior é saber que eventos dão dinheiro. Com as horas e as comissões ligadas ao evento, a margem deixa de ser uma estimativa.
Este sistema foi desenhado à volta do processo deste cliente. O seu seria desenhado à volta do seu: nenhuma empresa vende, fatura ou paga igual à outra.
A primeira conversa é mapear o seu processo, não vender o meu. São 20 minutos, e devolvo-lhe por escrito, numa página, onde se perde tempo.
Falar sobre o meu processoTodos os pedidos num só quadro, a visita marcada pelo cliente e o negócio ganho a lançar as contas a receber.
O extrato do banco cruzado com cada parcela. O saldo que o dono vê é o do banco.
A IA lê a fatura que chega por e-mail ou fotografia e deixa-a pronta a aprovar.