Registar a nova vaga
Descreve a vaga uma única vez. O registro dispara tudo o que vem depois.
- Identificador da vaga — cada candidato nasce ligado a um código
- Texto pronto a publicar nos canais
- Rastreador de candidatos daquela vaga
Da vaga aberta ao contrato assinado num só sítio: o sistema publica, recebe os currículos, monta o perfil de cada candidato, marca a entrevista, regista o que foi dito e diz quanto cada pessoa cumpre da vaga — e a decisão final continua a ser sua.
Recrutar é um trabalho de leitura e de agenda — e os dois rebentam ao mesmo tempo. Uma vaga recebe em média 250 currículos. Ler cada um com atenção a sério, dois minutos, dá mais de oito horas só na primeira triagem. Ninguém tem oito horas, por isso a triagem passa a ser uma leitura de sete segundos por currículo — que é a média real dos recrutadores. Sete segundos não é análise, é sorteio.
Depois da triagem vem o segundo gargalo: marcar. Entre a abertura da vaga e o aceite do candidato passam cerca de 44 dias na média global (39 no Brasil), e boa parte disso são chamadas, confirmações, remarcações e registos à mão. 46% dos profissionais de RH dizem gastar o equivalente a quatro semanas por ano só a marcar reuniões.
E o funil apressado tem preço no fim. Uma contratação errada custa entre 30% e 150% do salário anual da pessoa — em cargos sénior os estudos chegam a 200%. Somando o custo do próprio processo, perto de US$ 4.700 por contratação, a conta de recrutar mal fica maior do que a de recrutar devagar.
Fontes: SHRM (custo por contratação e impacto da contratação errada); CartaCapital (39 dias entre abertura e aceite, Brasil); pesquisa Calendly com profissionais de RH (tempo em agendamento); agregados de mercado sobre volume de candidaturas e tempo de leitura de currículo. São números de mercado, não medição de um cliente específico.
Cinco etapas. Cada uma ataca um dos pontos onde o processo trava hoje.
Descreve a vaga uma única vez. O registro dispara tudo o que vem depois.
Regista-se o e-mail que recebe as candidaturas. A partir daí a caixa de entrada deixa de ser o sistema.
É aqui que as oito horas de triagem passam a minutos de revisão.
A marcação deixa de depender de troca de mensagens.
As quatro semanas por ano gastas em confirmação e remarcação saem da conta.
A entrevista deixa de morrer na memória de quem entrevistou.
Sem isso, comparar três candidatos duas semanas depois é comparar lembranças.
Cada candidato recebe um % de quanto cumpre do que a vaga pede — com os itens que sustentam aquele número à vista.
Escolhida a pessoa, o processo continua em vez de recomeçar.
A IA sugere. A contratação é sua. A percentagem de aderência é uma sugestão do sistema, não um veredito — nenhum candidato é eliminado sozinho e nenhuma contratação acontece sem uma pessoa aprovar.
O que o sistema faz é o trabalho que ninguém quer: ler tudo, não esquecer ninguém, lembrar o que foi dito e mostrar por que sugeriu o que sugeriu. Cada percentagem vem com os itens que o sustentam, e cada item aponta para o trecho do CV ou da entrevista que o comprova. Se discordar, vê exatamente de onde veio o número.
Essa é a diferença entre triagem automática e triagem apressada: hoje, com sete segundos por currículo, também não há análise — e ainda por cima não fica rasto de porque é que alguém foi descartado.
O sistema não substitui as ferramentas que a empresa já usa — conversa com elas.
Sem migração: a empresa continua no ambiente dela — Microsoft 365 ou Google Workspace — e o sistema entra por cima.
A conta feita à vista, para conferir. É estimativa a partir dos números de mercado acima — não é medição de um cliente:
Mas o ganho maior não é de tempo — é de lastro. Hoje, quando alguém pergunta porque é que aquele candidato foi escolhido, a resposta é uma impressão. Com o registro de cada entrevista e o trecho que comprova cada ponto, a resposta passa a ser um documento. E a contratação que custaria de 30% a 150% de um salário anual passa a poder ser questionada antes de acontecer, não depois.
O que está desenhado aqui é a espinha. Que etapas entram, o que fica automático e o que fica consigo é conversa a ter com quem o vai usar todos os dias.
Se o problema descrito acima parece a sua semana, fale comigo. A primeira conversa é mapear o seu processo, não vender o meu.
Falar sobre o meu processoA IA confere os documentos do candidato e os RH só abrem processos prontos a validar.
As horas registadas no telemóvel, por obra, viram fatura ao cliente e custo da obra.
Avisos antes de caducar e, na véspera de cada obra, quem pode entrar.
Todos os pedidos no mesmo quadro e o pedido parado a saltar à vista.
A encomenda lida, confirmada com o cliente e passada à faturação sem cópia à mão.